O que ver em Casablanca

14 min de leitura
210 m
Minarete de la Mezquita Hassan II
100.000
Fieles de capacidad
30 ha
Parque de la Liga Árabe

Casablanca não é apenas o motor económico do país, mas também um destino cheio de contrastes que surpreende a cada passo. Da sua imponente Mesquita Hassan II aos encantos escondidos dos seus bairros históricos, sem esquecer a sua famosa Corniche junto ao Atlântico.

Neste guia, vamos levá-lo a descobrir o que ver em Casablanca. Prepare-se para explorar uma cidade que mistura o moderno com o tradicional e conheça os seus recantos mais emblemáticos, perfeitos para incluir na sua próxima viagem por Marrocos.

1. Como chegar a Casablanca e circular pela cidade

Casablanca oferece diversas opções de transporte para chegar e circular pela cidade. De seguida, apresentamos as alternativas mais destacadas:

210 m
Minarete da Hassan II
100.000
Fiéis de capacidade
1468
Destruição de Anfa
30 ha
Parque da Liga Árabe

A partir de Espanha

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De avião

Como pode imaginar, a forma mais rápida e cómoda de chegar a Casablanca é através de voos diretos. De facto, há voos a partir de cidades espanholas como Madrid, Barcelona, Málaga e Santa Cruz de Tenerife.

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De ferry e estrada

Outra opção é combinar o ferry com a viagem por estrada. Pode apanhar-se um ferry desde Algeciras ou desde Tarifa. Já em Marrocos, pode continuar-se de carro ou de comboio até Casablanca.

A partir de cidades próximas

OrigemDistânciaDe comboioDe autocarro
RabatCerca de 90 kmCerca de 1 h, partidas frequentesAproximadamente 1 h 45 min
MarraquexeCerca de 240 kmAproximadamente 2 h 40 minCerca de 3 h 15 min
FezCerca de 300 kmAproximadamente 3 h 50 minCerca de 4 h 45 min

Como circular por Casablanca

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Elétrico

Inaugurado em 2012, é uma opção moderna e eficiente para circular pela cidade, com uma rede que tem vindo a crescer e que cobre boa parte da área urbana. O bilhete simples é bastante acessível.

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Táxis

Os «petit taxis» de cor vermelha são ideais para deslocações dentro da cidade. É aconselhável certificar-se de que o taxímetro está a funcionar ou combinar o preço antes de iniciar a viagem. Para distâncias mais longas ou viagens fora da cidade, os «grand taxis» são a opção adequada. Estes veículos costumam ser partilhados e seguem rotas estabelecidas.

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Autocarros

A cidade dispõe de uma vasta rede de autocarros que ligam diversos pontos da cidade. Embora sejam uma opção económica, podem estar lotados nas horas de ponta e os horários nem sempre são pontuais.

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Aluguer de carros

Para quem procura mais flexibilidade, alugar um carro é uma alternativa viável. No entanto, é importante ter em conta que o trânsito em Casablanca pode ser intenso, sobretudo nas horas de ponta. Além disso, conduzir pode ser desafiante para quem não está habituado ao estilo de condução local.

Casablanca é o ponto de partida de cinco das nossas rotas, todas elas pelas cidades imperiais.

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2. Breve história de Casablanca

Casablanca, conhecida como Dar el Beida em árabe, tem uma história rica e multidimensional que remonta a vários séculos. A sua evolução é marcada por influências berberes, árabes, portuguesas e francesas, todas elas deixaram uma marca indelével no seu desenvolvimento.

Originalmente, a área foi ocupada por comunidades berberes e era conhecida como Anfa, um pequeno povoado portuário que cresceu em importância graças à sua localização na costa atlântica.

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    1468, a destruição de Anfa

    No século XV, o porto de Anfa tinha-se tornado um ativo centro de comércio e de atividades de pirataria, o que atraiu a atenção de potências estrangeiras. Os portugueses, na tentativa de controlar a região e travar a pirataria, atacaram e destruíram Anfa.

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    Século XVI, «Casa Branca»

    Os portugueses reconstruíram a cidade como uma fortaleza, dando-lhe esse nome. No entanto, os colonos portugueses acabaram por abandonar a zona em 1755, após um terramoto devastador que afetou grande parte da região, deixando o povoado nas mãos dos marroquinos.

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    Final do século XVIII, «Dar el Beida»

    O sultão marroquino Mohammed Ben Abdallah ordenou reconstruir o porto e revitalizar a cidade com esse nome, que em português se traduz como «Casa Branca».

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    1912, o protetorado francês

    O momento decisivo na história moderna da cidade, que passou por uma transformação sem precedentes em termos de infraestruturas, comércio e indústria.

Nas décadas seguintes, começou a crescer em importância como porto de comércio e consolidou-se como um ponto de intercâmbio entre Marrocos e a Europa. A sua proximidade dos mercados internacionais atraiu comerciantes e marinheiros, sobretudo europeus, que lançaram as bases para o desenvolvimento urbano e económico da cidade.

Os urbanistas franceses implementaram um planeamento que misturava o estilo arquitetónico europeu com elementos tradicionais marroquinos. Criaram espaços como o bairro de Habous, ou a «nova medina», uma fusão da arquitetura tradicional com toques europeus.

Além disso, sob o protetorado, a cidade tornou-se o principal porto de Marrocos, consolidando-se como um centro nevrálgico para a economia nacional. A influência francesa no desenho arquitetónico ainda se nota nas suas amplas avenidas, praças e edifícios emblemáticos que combinam o art déco e a art nouveau com estilos islâmicos e mouriscos.

A Conferência de Casablanca, 1943

Durante a II Guerra Mundial, Casablanca foi o palco da Conferência de Casablanca. Os aliados, liderados por Winston Churchill e Franklin D. Roosevelt, discutiram estratégias-chave que marcariam o rumo da guerra.

Após a independência de Marrocos em 1956, Casablanca continuou a crescer e a evoluir até se tornar a capital económica e comercial do país: uma urbe dinâmica e cosmopolita que combina o seu legado histórico com a modernização.

3. O clima em Casablanca

Este lugar oferece um clima mediterrânico com influência oceânica, o que lhe confere temperaturas amenas durante todo o ano.

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Invernos

São frescos, com temperaturas médias que rondam os 13-18 °C e, embora possa haver chuva, esta é geralmente moderada. Um casaco leve é suficiente para as noites frescas.

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Verões

São quentes mas agradáveis, com temperaturas que raramente ultrapassam os 30 °C graças à brisa do Atlântico que refresca a cidade. Se viajar no verão, é aconselhável levar roupa leve, proteção solar e manter-se hidratado.

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Melhor época

A primavera e o outono, quando as temperaturas são amenas e o clima é ideal para explorar a cidade sem o calor do verão nem as chuvas do inverno. Durante estes meses, os dias soalheiros são frequentes.

4. A Mesquita Hassan II: um ícone de fé e arquitetura

A Mesquita Hassan II é um dos monumentos mais emblemáticos de Casablanca e uma das mesquitas maiores do mundo, com capacidade para acolher mais de 100.000 fiéis. O seu impressionante minarete, com 210 metros de altura, ergue-se majestosamente junto ao mar.

Construída em 1993, destaca-se pela sua requintada arquitetura, que combina elementos tradicionais marroquinos com tecnologias avançadas. Os seus tetos de madeira talhada, os seus mármores intricados e o seu teto retrátil são amostras da destreza dos artesãos marroquinos. O interior está adornado com mosaicos zellige, estuques decorativos e candelabros que iluminam o espaço com uma luz quente.

Além disso, está situada num promontório que parece flutuar sobre o oceano e oferece uma ligação simbólica com o mar. As suas paredes exteriores permitem que os visitantes desfrutem de uma brisa fresca enquanto contemplam a beleza do local.

Pode entrar-se

É uma das poucas mesquitas de Marrocos abertas a não muçulmanos, em visitas guiadas, pelo que é uma paragem obrigatória para quem quer explorar a riqueza cultural e religiosa do país. Convém confirmar antes os horários de visita.

5. O bairro de Habous: uma viagem ao passado colonial

O bairro de Habous, conhecido como a Nova Medina, é um dos recantos mais encantadores de Casablanca, construído durante a época do protetorado francês, nos anos 30.

Desenhado com uma mistura de arquitetura tradicional marroquina e toques europeus, este bairro oferece uma viagem ao passado colonial. Vai encontrar ruas estreitas, arcos de pedra e praças cheias de vida que evocam a essência de uma medina autêntica.

Entre numa pastelaria

Explorar Habous é como passear por um labirinto de lojas e zocos, onde se podem encontrar artesanato, cerâmicas, tapetes e produtos locais de alta qualidade. É também famoso pelas suas pastelarias, onde se podem provar os tradicionais doces marroquinos, como os chebakia e os cornos de gazela.

Alberga ainda a Mahkama du Pacha, um edifício administrativo com uma impressionante arquitetura interior que mistura estilos islâmicos e andaluzes.

6. A corniche de Ain Diab: desfrute da orla costeira

A corniche de Ain Diab é o passeio marítimo, um local perfeito para desfrutar do ar fresco do Atlântico e de vistas panorâmicas sobre o oceano. Este longo passeio bordeja a costa, ligando praias, restaurantes e áreas de lazer.

Durante o dia, enche-se de vida com as suas numerosas praias, como Ain Diab e Lalla Meryem, onde locais e turistas desfrutam do sol e do mar. É comum ver famílias a passear, jovens a praticar desportos aquáticos e corredores a aproveitar o trilho costeiro. Ao longo do passeio, encontram-se vários clubes de praia e piscinas que oferecem uma experiência mais exclusiva.

De dia praia, de noite lazer

A oferta gastronómica é ampla, com uma grande variedade de restaurantes que vão desde opções de marisco fresco até cozinha internacional, permitindo desfrutar de uma refeição com vista para o mar. Quando cai a noite, a Corniche transforma-se num local de vida noturna, com bares, discotecas e esplanadas ao ar livre.

7. A antiga Medina de Casablanca: entre a história e o comércio local

Este é um recanto cheio de autenticidade, longe da agitação moderna e com um encanto próprio que reflete a vida tradicional marroquina. Ao contrário das de outras cidades do país, é mais pequena e menos turística, mas isso torna-a num local perfeito para quem procura uma experiência autêntica.

Aqui podem encontrar-se desde bancas de fruta e especiarias até artesãos a trabalhar o couro e os têxteis. Além disso, os zocos oferecem uma vasta gama de produtos locais, incluindo roupa tradicional, joalharia e tapetes. Tudo isto envolto num ambiente que mistura os sons dos vendedores e o aroma dos pratos típicos que se cozinham na rua.

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Praça das Nações Unidas

Marca a transição entre a antiga medina e a cidade moderna.

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Torre do Relógio

Uma reconstrução da torre original do início do século XX, que simboliza a influência francesa na cidade.

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Mesquita Moulay Youssef

Destaca-se pela sua arquitetura tradicional e pelo seu minarete de tijolo cozido.

8. Place Mohammed V: o coração administrativo e cultural

A Place Mohammed V é o centro administrativo e cultural da cidade, uma praça que reflete a sua história e a sua modernidade. Rodeada de majestosos edifícios de arquitetura colonial, tornou-se um ponto de encontro graças à sua atmosfera e à sua importância como epicentro do poder político e administrativo.

A praça, desenhada no século XX durante o protetorado francês, está rodeada de impressionantes edifícios, como o Palácio da Justiça, o Banco de Marrocos e a Prefeitura. Todos eles mostram uma mistura de estilos arquitetónicos que combinam influências francesas e elementos tradicionais marroquinos, como mosaicos e arabescos.

Volte à noite

A fonte central é uma atração especial, sobretudo à noite, quando se ilumina.

9. A catedral do Sagrado Coração: um vestígio do passado

Este é um vestígio do passado colonial que se ergue com a sua imponente arquitetura neogótica. Construída em 1930 durante a época do protetorado francês, a catedral foi um símbolo da influência europeia em Marrocos. O seu desenho destaca-se pelas torres altas, grandes janelas e elementos góticos que a tornam única no país.

Já não é um templo

Após a independência de Marrocos, deixou de desempenhar funções religiosas. Com o tempo, transformou-se num espaço cultural que alberga exposições, eventos artísticos e concertos, tornando-se um local de encontro para a comunidade local. O seu interior, com amplas naves e pormenores arquitetónicos conservados, oferece um ambiente tranquilo e solene.

A catedral está rodeada de jardins e espaços abertos que convidam a passear, e é comum ver artistas plásticos a captar a sua beleza em telas.

10. O mercado central: um festim de cores e sabores

Este mercado é um dos mais antigos e tradicionais de Casablanca. Um local perfeito para mergulhar na vida quotidiana marroquina, onde os aromas, as cores e os sons se misturam para criar uma experiência sensorial única.

Entre os seus corredores podem encontrar-se bancas repletas de produtos frescos: peixe e marisco acabados de trazer do Atlântico, fruta e legumes da época, carne e especiarias que enchem o ar com a sua fragrância. Os vendedores locais, sempre dispostos a oferecer um sorriso e uma amostra dos seus produtos, acrescentam um toque humano a esta animada atmosfera.

Coma aqui mesmo

É também um local ideal para provar pratos típicos marroquinos nos seus pequenos restaurantes e bancas de comida. Aqui podem degustar-se iguarias como tajines, espetadas e o famoso pão marroquino acabado de sair do forno.

11. Villa des Arts: um espaço para a arte contemporânea

O Museu da Villa des Arts está situado num elegante edifício de estilo Art Déco. Este espaço artístico tornou-se um ponto de referência para os amantes da arte. Oferece uma mistura de exposições temporárias e permanentes que destacam a criatividade e o talento de artistas locais e internacionais.

Muito mais do que uma sala de exposições

Não exibe apenas pinturas, esculturas e fotografias: organiza também workshops, conferências e eventos que fomentam o diálogo cultural. A sua missão é impulsionar a arte contemporânea em Marrocos, ligando os artistas ao público e oferecendo um espaço para a inovação e a experimentação artística.

12. O Parque da Liga Árabe: um oásis urbano

É o pulmão verde de Casablanca, um extenso e belo espaço urbano que oferece um respiro da agitação da cidade. Tem mais de 30 hectares de jardins cuidadosamente desenhados, fontes decorativas e amplas avenidas ladeadas de palmeiras. É um local perfeito para relaxar, passear ou simplesmente desfrutar da natureza em pleno centro da metrópole.

Criado em 1918

Durante o protetorado francês, o parque combina elementos do paisagismo europeu com toques marroquinos, criando um ambiente que convida à tranquilidade. Entre os seus pontos mais destacados encontram-se as suas fontes e lagos, que acrescentam um elemento refrescante e visualmente atrativo à paisagem.

13. Gastronomia local

Comer em Casablanca é uma experiência sensorial que convida a descobrir receitas tradicionais e modernas, desfrutando da riqueza culinária da cidade.

Pratos típicos

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Cuscuz

Ocupa um lugar de destaque, preparado com sêmola, legumes, grão-de-bico e carne, geralmente de borrego ou frango.

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Tajine

Cozinhado lentamente no seu característico recipiente de barro, oferece uma variedade de combinações, desde o clássico de borrego com ameixas até versões mais inovadoras com peixe.

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Harira

Uma sopa espessa de lentilhas e grão-de-bico, indispensável sobretudo durante o Ramadão.

14. Conselhos gerais para visitar Casablanca

Ao planear a sua visita a Casablanca, tenha em conta os seguintes conselhos para desfrutar de uma experiência segura e enriquecedora:

  • Vestuário adequado: embora esta seja uma cidade moderna, é aconselhável vestir de forma respeitosa, sobretudo ao visitar locais religiosos como a Mesquita Hassan II. Sugere-se cobrir ombros e joelhos, tanto homens como mulheres.
  • Gorjetas: em restaurantes e cafés é habitual deixar uma gorjeta se não estiver incluída na conta. Para serviços como guias turísticos ou motoristas, uma gratificação é bem recebida.
  • Regatear nos mercados: regatear é uma prática comum em zocos e mercados. Ao negociar preços, mantenha uma atitude simpática e desfrute do processo como parte da experiência cultural.
  • Segurança: Casablanca é geralmente segura para os turistas, mas é aconselhável vigiar os seus pertences e evitar zonas pouco movimentadas durante a noite. Utilize táxis oficiais e combine a tarifa antes de iniciar a viagem.
  • Moeda local: a moeda oficial é o dirham marroquino. É aconselhável levar dinheiro, já que nem todos os estabelecimentos aceitam cartões de crédito. Troque dinheiro em locais autorizados e guarde os recibos, caso precise de reconverter para a sua moeda ao sair do país.
  • Idioma: o árabe e o francês são os idiomas oficiais. Embora em áreas turísticas se fale inglês, aprender algumas frases básicas em francês ou árabe pode facilitar a comunicação e ser bem recebido pelos habitantes locais.
  • Hidratação e proteção solar: o clima pode ser quente, sobretudo no verão. Mantenha-se hidratado, use protetor solar e leve chapéu ou boné para se proteger do sol.
  • Respeito cultural: durante o mês do Ramadão, é respeitoso evitar comer, beber ou fumar em público durante as horas de jejum. Informe-se sobre as festividades locais e mostre consideração pelas práticas culturais e religiosas.
  • Fotografia: antes de fotografar pessoas, sobretudo mulheres, peça autorização. Evite tirar fotografias em áreas sensíveis, como instalações militares ou edifícios governamentais.

Perguntas frequentes

Sí: es una de las pocas mezquitas de Marruecos abiertas a los no musulmanes, en visitas guiadas. Conviene consultar antes los horarios. Es una de las mayores del mundo, con capacidad para más de 100.000 fieles y un minarete de 210 metros, y está construida sobre un promontorio que parece flotar sobre el océano.

En 1993. Combina elementos tradicionales marroquíes con tecnología moderna: techos de madera tallada, mármoles, mosaicos zellige, estucos y un techo retráctil.

El asentamiento original bereber se llamaba Anfa y fue destruido por los portugueses en 1468. Ellos lo reconstruyeron como fortaleza con el nombre de «Casa Branca», y a finales del siglo XVIII el sultán Mohammed Ben Abdallah lo rehízo bajo el nombre árabe de Dar el Beida, que significa «casa blanca».

La Nueva Medina, construida en los años 30 durante el protectorado francés mezclando arquitectura marroquí tradicional con toques europeos: calles estrechas, arcos de piedra y plazas. Es conocido por sus zocos de artesanía y por sus pastelerías, donde probar chebakia y cuernos de gacela. Alberga también la Mahkama du Pacha.

En tren, desde Rabat (unos 90 km) es alrededor de 1 hora con salidas frecuentes; desde Marrakech (unos 240 km), unas 2 h 40 min; y desde Fez (unos 300 km), unas 3 h 50 min. En autobús, respectivamente 1 h 45 min, 3 h 15 min y 4 h 45 min. Desde España hay vuelos directos desde Madrid, Barcelona, Málaga y Santa Cruz de Tenerife, o ferry desde Algeciras o Tarifa.

La primavera y el otoño, con temperaturas suaves y días soleados frecuentes. El clima es mediterráneo con influencia oceánica: los inviernos rondan los 13-18 °C con lluvias moderadas y los veranos rara vez superan los 30 °C gracias a la brisa del Atlántico.

Un templo neogótico construido en 1930 durante el protectorado francés, con torres altas y grandes ventanales. Tras la independencia dejó de cumplir funciones religiosas y hoy es un espacio cultural que acoge exposiciones, eventos artísticos y conciertos.

Es el paseo marítimo de la ciudad y cambia según la hora. De día se llena de gente en playas como Ain Diab y Lalla Meryem, con clubes de playa, piscinas y restaurantes de marisco frente al mar. De noche se convierte en zona de ocio, con bares, discotecas y terrazas.

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